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Sutton Foster e sua volta em "Violet" - Funny Girl

Crítica Sutton Foster Violet

Published on julho 23rd, 2013 | by Miriam Spritzer

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Sutton Foster e sua volta em “Violet”

A segunda produção do programa Encores! Off-Center desta temporada foi Violet, trazida pela primeira vez ao Encores! em apresentação única. A peça de Jeanine Tesori e Brian Crawley conta a jornada de Violet, uma mulher desfigurada em busca de um milagroso pastor de televisão, quem ela acredita ser capaz de deixá-la bonita. A obra é baseada no livro The Ugliest Pilgrim, escrito por Doris Betts, e teve sua off-broadway run em 1997.

suApesar de conhecer o trabalho do creative team, admito que não tinha nem ouvido falar sobre a peça, e fui ao teatro apenas sabendo sobre sua premissa. Não é nenhuma surpresa que musicalmente a obra seria agradável! Jeanine é uma excelente compositora e consegue passar exatamente a característica da história em suas melodias. As músicas seguem o ar country e godspell ao mesmo tempo, criando harmonias incríveis! Graças a música a peça tem o ar de road trip, mesmo que o cenário não mude.

A escolha de Sutton Foster para estrelar a montagem tornou a única apresentação do show um sucesso de bilheteria. Ganhadora de dois TONYs de melhor atriz, Sutton provou que mesmo ficando longe dos palcos por um ano para estrelar na televisão, continua a queridinha da Broadway, e com mérito! A atriz mostrou além de sua voz incrível, uma incomparável interpretação e identificação com a personagem, sem contar sua baita presença de palco. O resto do elenco não ficava muito para trás, com vários veteranos da Broadway e alguns indicados ao TONY. Christopher Sieber, também um favorito do público, fez o papel do Pastor e foi o segundo nome de peso na noite. Joshua Henry roubou a cena como o personagem Flick – muito foi devido a sua incrível voz. Falando em voz, Rema Webb arrasou de tal forma que grande parte da plateia poderia acreditar que estava assistindo uma cerimonia Gospell.

suuuO texto da peça é bastante interessante, o uso de flashbacks com uma atriz mirim fazendo a jovem Violet ajuda a mostrar a história da personagem entre momentos de sua vida e também ajuda a explicar o que se passava em sua cabeça ao longo de sua jornada. Outro ponto positivo da montagem foi a direção de Leigh Silverman, que soube aproveitar muito bem os recursos dos atores e espaços do teatro. Apesar de ser uma trama pesada e sem muita ação, isso não transparece no espetáculo, deixando o público enlouquecido em vários momentos (no bom sentido, é claro).

A apresentação certamente agradou a todos, mesmo que muitos membros da plateia estivessem lá para ver Sutton Foster mais uma vez nos palcos da Broadway. A atriz foi tão bem recebida de volta que ao ver a expressão emocionada dela no curtain call, foi possível perceber que os palcos da broadway continuam sendo o seu lugar favorito!

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About the Author

Apaixonada por New York e pela Broadway, sou aquela pessoa que vê cinco peças em um fim de semana, acompanha revistas e sites de moda e frequenta o MOMA mais do que a academia. Além de correspondente do Funny Girl na Big Apple, trabalho em coaching e vivo pelo mundo competitivo das performing arts como cantora, atriz e ex-bailarina clássica.



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