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Sutton Foster no Carnegie Hall - Funny Girl

Diretamente de NY Sutton Foster

Published on março 21st, 2015 | by Miriam Spritzer

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Sutton Foster no Carnegie Hall

Sutton Foster teve o seu primeiro concerto solo junto a NY Pops está última sexta feira no Carnegie Hall. Para resumir a critica, sabe a sensação de ver história acontecendo na frente dos teus olhos? Bom, essa é a sensação que todos da platéia saíram do concerto da sexta.

O espetáculo já começou antes do show, a platéia estava quase tão interessante quanto o palco, repleta de celebridades dos musicais como a coreógrafa Kathleen Marshal (Anything Goes), a compositora Jeanine Tesori (Violet), e claro o ator e irmão Hunter Foster.

Sutton Foster

Acompanho a carreira de Sutton desde os tempos de Millie e ela tem uma qualidade incrível que funciona muito bem em concertos como este: ela é extremamente acessível. Ao ver ela hoje, com todo o sucesso profissional, ainda é possível perceber quando ela está super animada com algo ou nervosa. E é a coisa mais bonitinha quando ela comemora que conseguiu cantar uma música difícil sem erros.

Mas voltando ao assunto, o show foi super variado no repertório. No primeiro ato, muito Cole Porter e quem entende de técnica vocal, viu que ela se preservou. Pela primeira vez ouvimos ela cantar Anything Goes sem o intervalo do sapateado, e pode-se dizer que ela usou muito bem o fôlego extra para segurar a última nota da música – características de seus famosos grandes números.

Joshua Henry que participou como convidado, fez sua primeira aparição no concerto dando a Sutton um pequeno intervalo antes do número de fechamento Fit as a Fiddle (and Ready for Love) one os dois divertiram a platéia cantando e sapateando. Para quem leu a nossa entrevista exclusiva com ela, este era um dos números que ela estava mais animada em fazer, e sem dúvida foi um highlight do concerto.

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O segundo ato contou com a participação de Megan McGinnis, que cantou um lindo dueto com Foster chamado Flight, lembrando um pouco de Somethings are Meant to Be de Little Women. E também com Let It Sing de Violet na voz de Joshua Henry. Até então Sutton apenas havia cantado Down With Love, mas qualquer bom entendedor sabia que alguma surpresa estava por vir, e que surpresa.

Sutton ao explicar que estaria completando 40 anos, tem que agora começar a olhar papéis diferentes, e não havia dúvida, ela foi direto para Mamma Rose de Gypsy – uma das personagens mais difíceis de interpretar e cantar que na última versão foi interpretada por Patti Lupone e no cinema será por ninguém menos que nossa diva inspiradora Barbra. Apesar de ser ainda muito nova para o papel, Sutton não foi bem, ela simplesmente ARRASOU! Naquele momento eu e toda a platéia sabíamos que presenciamos algo histórico. Mesmo tentando manter minha postura perante os outros críticos não resisti e dei uns berros de fã.

Sutton Foster

O último numero programado foi um medley de Sondheim: Anyone Can Whistle e Being Alive, mas como uma expert no assunto, eu sabia o show não poderia acabar sem Gimme Gimme de Millie. Dito e feito, o bis, que foi incialmente interrompido para o publico cantar Happy Birthday, foi de tirar o fôlego encerrando o show da forma mais lendária possível, não só com a música, mas com a pose que a fez famosa. E para quem estava lá no Marriott Marquis na última apresentação de Sutton no papel, posso dizer que voltei 15 anos no tempo.

Agora ficamos ansiosos para o gala do NY Pops que será dia 4 de Maio, que além de Sutton vai estrelar outros grandes nomes da Broadway. Mais notícias em breve!

Sutton Foster

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Sutton Foster

 

Agradecimento especial para Magda Katz por compartilhar com a gente as imagens do palco. (:

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About the Author

Apaixonada por New York e pela Broadway, sou aquela pessoa que vê cinco peças em um fim de semana, acompanha revistas e sites de moda e frequenta o MOMA mais do que a academia. Além de correspondente do Funny Girl na Big Apple, trabalho em coaching e vivo pelo mundo competitivo das performing arts como cantora, atriz e ex-bailarina clássica.



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